sem as árvores sento-me sempre à beira do rio e espero.
não me parEce normal que não haja vErde por estes campos verdes de TI
tu que costumas dormir sentada no meu colo e te vestes de perfumes mil que eu consigo cheirar
quem sabe...
navega-se e dorme-se num unico olhar
nem tenho fulgor para conseguir respirar o som de tantas paisagens
comem-me o olhar e dormem em mim
eu sei que vais crescer na minha mao. eu semeei-te há muito tempo,......
dorme aqui
abre-te
a minha mao afasta-se de mim... cresce-me um tronco... entronca-se em mim
dorme
adormece
não fujas, meu amor.
amanhã, eu volto cá, de certeza...
para TE ouvir respirar
Sunday, August 23, 2009
Thursday, June 11, 2009
Thursday, June 4, 2009
eu sai do Nada e doi
de olho no "monstro"
e dele não vou fugir!
vou-me esconder, bem escondidinha e esperar que ele passe com as suas asas enormes e garras afiadas!
por isso, fico-me por aqui, a tremer como se fosse o ultimo dia da minha vida e nada me fizesse demover.
se me perguntam porque não fugo... bom... não consigo!
eu nunca fugi!
realmente nem sequer sei como. deve ser dificil como o caraças, não ser ninguém!
e eu que sou Ninguém "rezo" sempre para que não me "vejam"...
se eu me aperceber de algo estranho, vou-me de certeza embora e nada restará de mim. não quero que se note sequer o meu passar...
passei!... mas sempre a voar bem alto!
não consigo aguentar o quão sujo é o chão que algo pisou sem me dar nada em troca. é a "alma" que resta dentro do nada se o Nada nos tocar e depois o que fica, senão o nada do Nada?
e agora que faço eu?
"rezo" de novo e peço que não me doa mais?
corro desalmadamente para o meio das minhas "árvores"?
ou fecho os olhos e durmo, sentada no meu ramo preferido?
eu já sabia que ia ser assim. por isso, me sentei e fiquei parada a olhar. não respirei. já estou habituada a "sufocar". é assim que é melhor. saber o que mais ninguém sabe e fugir de quem sabe.
oiçam!.... shiuuuu.....
vou voltar para o meu lugar e esperar que alguém saia devagarinho....
se não me mover, vai sair suavemente.... sem que o Nada me faça perder o nada que o meu ser ainda possui. e que sobrou. e que é tudo a que me vou agarrar.
quero gritar.
mas vou esperar que o Nada se vá embora.
espero em silêncio, e doi.
e dele não vou fugir!
vou-me esconder, bem escondidinha e esperar que ele passe com as suas asas enormes e garras afiadas!
por isso, fico-me por aqui, a tremer como se fosse o ultimo dia da minha vida e nada me fizesse demover.
se me perguntam porque não fugo... bom... não consigo!
eu nunca fugi!
realmente nem sequer sei como. deve ser dificil como o caraças, não ser ninguém!
e eu que sou Ninguém "rezo" sempre para que não me "vejam"...
se eu me aperceber de algo estranho, vou-me de certeza embora e nada restará de mim. não quero que se note sequer o meu passar...
passei!... mas sempre a voar bem alto!
não consigo aguentar o quão sujo é o chão que algo pisou sem me dar nada em troca. é a "alma" que resta dentro do nada se o Nada nos tocar e depois o que fica, senão o nada do Nada?
e agora que faço eu?
"rezo" de novo e peço que não me doa mais?
corro desalmadamente para o meio das minhas "árvores"?
ou fecho os olhos e durmo, sentada no meu ramo preferido?
eu já sabia que ia ser assim. por isso, me sentei e fiquei parada a olhar. não respirei. já estou habituada a "sufocar". é assim que é melhor. saber o que mais ninguém sabe e fugir de quem sabe.
oiçam!.... shiuuuu.....
vou voltar para o meu lugar e esperar que alguém saia devagarinho....
se não me mover, vai sair suavemente.... sem que o Nada me faça perder o nada que o meu ser ainda possui. e que sobrou. e que é tudo a que me vou agarrar.
quero gritar.
mas vou esperar que o Nada se vá embora.
espero em silêncio, e doi.
Saturday, May 30, 2009
Saturday, May 16, 2009
hoje vou tentar
eu gostava de poder recolher-me num canto e dormir sem pensar
ou voar de novo num outro, meu, sonhO
seria de todo o melhor no meu ser que se derrete de vez em quando com tanta dor e tanto prazer
e de tanta vontade que se emaranha em tantas ideias, algumas se vão perdendo pelos tempos... recolhendo-se esquecidas dentro de baús
mas vão voltar e são tão boas que nunca se vão esquecer de ser o melhor que podem ser
e mesmo que não sejam, serão sempre o que de melhor eu tiver
porque hoje eu celebro o meu ser e o teu que te escondes nos tempos, mas não na memória
agora sim, podes abrir o champagne e comemorar o tempo que vem
estou assim porque é mesmo assim que tenho de estar!
com prazer!
com vontade!
com amor e carinho!
convosco que me são o melhor de mim e em mim se derretem
a vós me dou com o que me sobra do que nunca quero perder.
e agora vou voltar a sentar-me debaixo doi meu ramo preferido. agora, sim. posso finalmente fechar os olhos e dormir descansada.
sorrio, porque nada se esconde por trás daquela porta. posso fechá-la, sem medo de a abrir.
vocês conseguem ver-me sorrir?
tomem o meu espelho!!!
pois! é mesmo esse o meu sorriso!
ou voar de novo num outro, meu, sonhO
seria de todo o melhor no meu ser que se derrete de vez em quando com tanta dor e tanto prazer
e de tanta vontade que se emaranha em tantas ideias, algumas se vão perdendo pelos tempos... recolhendo-se esquecidas dentro de baús
mas vão voltar e são tão boas que nunca se vão esquecer de ser o melhor que podem ser
e mesmo que não sejam, serão sempre o que de melhor eu tiver
porque hoje eu celebro o meu ser e o teu que te escondes nos tempos, mas não na memória
agora sim, podes abrir o champagne e comemorar o tempo que vem
estou assim porque é mesmo assim que tenho de estar!
com prazer!
com vontade!
com amor e carinho!
convosco que me são o melhor de mim e em mim se derretem
a vós me dou com o que me sobra do que nunca quero perder.
e agora vou voltar a sentar-me debaixo doi meu ramo preferido. agora, sim. posso finalmente fechar os olhos e dormir descansada.
sorrio, porque nada se esconde por trás daquela porta. posso fechá-la, sem medo de a abrir.
vocês conseguem ver-me sorrir?
tomem o meu espelho!!!
pois! é mesmo esse o meu sorriso!
Friday, May 15, 2009
can i return?
aqui estou eu de novo perdida pelo espaço!
mas este é só meu e teu e teu também, meus amigos de sempre.
terei de reinventar tudo!
até na letra
e até no parecer.
mas de preferência fugir desalmadamente do que antes existia
há algo que antes nunca deveria ter sido e nesse algo prefiro extinguir-me
vou arder por lá
e não sei se renasço aqui!
mas não me liguem ao que passou
quero ser sempre incógnita nos meus pensamentos
e agradar a quem me agrada
nada do que foi, poderá ser
e mesmo na minha letra maiuscula deixei de me entender
pena
mas o que foi já não volta mais
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